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libreyolo label

Inicia uma ferramenta web local para desenhar e editar bounding boxes. Ela escreve arquivos de rótulos no formato nativo do LibreYOLO, então um dataset anotado aqui treina sem nenhuma etapa de conversão.

Comando
libreyolo label
Saída
Uma URL de servidor no stdout; os rótulos são escritos como labels/*.txt junto às imagens

Sinopse

bash
libreyolo label [data=<dataset.yaml|folder>] [key=value ...]

Os argumentos são pares key=value, e a forma POSIX também funciona, então port=9200 e --port 9200 são o mesmo argumento.

Argumentos

ArgumentoPadrãoSignificado
dataYAML ou pasta do dataset a abrir diretamente. Começa na página inicial do projeto quando não é informado
host127.0.0.1Host ou interface em que fazer o bind
port8000Porta em que fazer o bind. Passa para a próxima livre se estiver ocupada
deviceautoDispositivo para a rotulagem automática por IA: 0, cpu, mps, auto
no_assistfalseDesativa a rotulagem automática por IA, deixando um rotulador manual
no_browserfalseNão abrir o navegador automaticamente
sharefalseFaz o bind em 0.0.0.0 para que colegas na sua rede possam entrar
jsonfalseSaída JSON no stdout
quietfalseSilencia o stderr
verbosefalseSaída detalhada no stderr

Exemplos

Básico
# Abre a página inicial do projeto; escolha ou crie um dataset no navegador.libreyolo label
Somente manual, porta fixa
libreyolo label no_assist=true port=9200 no_browser=true
Deixar os colegas entrarem
libreyolo label share=true

Notas

O que ele escreve

Os boxes são salvos como arquivos labels/*.txt no formato nativo do LibreYOLO, que é o formato que o libreyolo train lê, então nada precisa ser convertido depois. Esta versão trata apenas de bounding boxes. As edições são salvas conforme você navega entre as imagens.

Abrir um dataset

Sem data, a ferramenta começa na página inicial do projeto e o dataset é escolhido ou criado pelo navegador. Passar data=path/to/data.yaml abre esse dataset direto, e a linha de inicialização informa a quantidade de imagens, a quantidade de classes e se o dataset é gravável. Um dataset somente leitura também abre e diz por que não é possível escrever nele.

Compartilhamento, e o que o host faz

share=true faz o bind no endereço curinga, o que deixa outras máquinas da sua rede alcançarem a ferramenta enquanto as ações administrativas (trocar ou apagar projetos e iniciar computação) ficam nesta máquina.

Definir host como uma interface específica faz algo diferente e menos seguro: o host passa a ser indistinguível de um cliente de rede, então todo cliente ganha direitos administrativos. O comando imprime um aviso no stderr quando você faz isso. Prefira share=true.

Portas e encerramento

Uma porta ocupada passa para a seguinte, até vinte acima da solicitada. Se as vinte falharem, sai com io_error. A URL impressa no stdout é a porta que foi realmente vinculada. Com share=true, o resultado traz também lan_url, o endereço que os colegas devem abrir.

O comando serve em primeiro plano até o Ctrl+C.

Relacionado: libreyolo doctor para conferir o dataset rotulado antes de treinar, e libreyolo train para treinar com ele.

Verificado com o LibreYOLO v1.5.0.